E o que fica são palavras ao vento…

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Sexta-feira. Faz frio. Muito frio. Os dedos estão gelados, à cata de algo que os esquente. Então escrevem, como se a escrita desesperada pudesse salvá-los do gelo. Movem-se, cuspindo palavras tímidas, tais como as primeiras cinzas de uma fogueira que começa a queimar, mas que ainda suscita dúvidas – será a madeira ainda verde, propícia às chamas? Será que precisa essa fogueira de álcool? E então, uma chama ali, outra aqui, explodem num crepitar mais vistoso, começando a devorar a lenha, emitindo calor e claridade, sem qualquer ordem, sem qualquer freio, e só acabarão quando as cinzas, ou as letras, saciarem-se e implodirem em um silêncio cinza e restos a pagar.

Dito isso, vamos à retrospectiva da semana:

2 dias em Jequié, torrando de calor, mas comendo o melhor peixe do mundo – Restaurante Delícias do Mar – procurem. Recomendo a cavala. O pirão que acompanha é MUITO bom.

Às voltas com a programação da viagem de outubro – deverei ir à Chapada e a Itacaré. Sugestões?

Formatando o Mac antigo para passá-lo ao novo dono. Migrando os dados do computador do escritório para um HD maior.

Correndo, muito. Voltei agora à rotina boa da corrida diária. Faltam 3 meses para a maratona de Curitiba! Passagens compradas, agora a tensão pré-maratona – será que termino essa?

Autor: francis

the guy who writes here... :D

10 Comments

  1. Prezado Óculos, cheguei ao seu blog via google, atras de informações sobre a OI (preciso de levantar segunda via de minhas contas de março a dez 2006 no Oi conta total, mas me disseram no atendimento que não têm mais meus dados por lá… e então eu saí à cata de algum lugar onde ao menos as tarifas eu pudesse recuperar…).

    Como o que se tem na internet sobre a OI deve beirar 90% de reclamação versus 10% de quaisquer outras informações, aqui estou, depois de dar uma olhadinha no post q começou em março de 2006 e foi até dezembro de 2007!

    Passei por aqui pra perguntar se por acaso vc teria alguma info nesse sentido e me deparei com seu plano de viagem. Perto de Itacaré tem a magnífica e ainda razoavelmente preservada (estive lá em 2005) PRAIA DE UNA. Uma maravilha. Tem uma pousada q cobrava irrisórios 50 reais para o casal com cafe da manha, construida em plena areia da praia. A praia é extensa, guardada por um mangue (você atravessa numa balsinha até a o pedaço de areia), e termina em um canal cercado por muita mata bonita. é um cenário maravilhoso. boas ferias.

    ah, e se souber de alguém q possa me ajudar, preciso das tarifas daquele período praticadas na capital carioca…

  2. Quer dizer que tu estava em Jequié?
    E eu estive em Conquista na segunda!

  3. Luiza,

    Sinto muito, realmente não tenho informações sobre as tarifas na época. Até tinha na net um site chamado “Eu Odeio a Oi”, que fazia um comparativo entre as tarifas. Mas o ruim é que o site saiu do ar. Obrigado pelas dicas sobre Itacaré!

    Enoch: Estive, estilo bate-e-volta! 🙂

  4. Amor da minha vida! Sugiro que antes de ir a Itacaré, passe por aqui para me buscar!!!…rs…Fala com Enéas…Ali é o santuário sagrado dele. Te amo e sinto tua falta. A propósito, está screvendo tão lindo…

  5. Sou leitura assídua de seu blog.

    Se for a Itacaré não deixe de ir na praia de Jeribucaçu. Você anda um bocado, mas a paisagem é lindíssima e ainda dá para tomar banho de mar e de rio.

    Boa viagem!

  6. Cláudia: obrigado mesmo pela dica!! Vem cá, essa praia é uma que a gente anda por uma trilha, e ela fica meio que fechada dos dois lados? É que estive em uma praia linda quando fui a Itcaré, alguns anos atrás, mas não me recordo qual era…

  7. Laritaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa eu nunca imaginei que tu lê essa coisa… 🙂 Quando você aparece por aqui??? Vem aqui, vem…

    Beijo grande, saudade maior ainda!

  8. Oi!
    Sim, Jeribucaçu é uma praia que fica cercada de mata dos dois lados, como que num recuo do morro, mas isso não é muito referência, em Itacaré muitas praias são fechadas assim. O que de fato, caracteriza Jeribocaçu é a possibilidade de, além da praia, ver a foz de um rio.

  9. Olhe, tem uma vírgula malassombrada aí, logo depois de “de fato”. Deconsidere-a!

  10. Oi Cláudia!

    Valeu mesmo a dica! Se te ocorrer a lembrança de alguma outra praia similar, ficaria agradecido se me dissesse!

    Quanto à vírgula, ora… estamos na internet! Aqui é a selva linguistica, dos “de onde tc? blz, kd vc?” 😉 E, como tudo é questão de perspectiva, vai ver sua vírgula não sobrou, está apenas à espera de uma amiguinha depois de “O que”… 🙂

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